quarta-feira, 28 de agosto de 2013

Encontro de Noivos




Recebi um e-mail da loja Spirito Santo que achei muito legal: eles irão realiza amanhã em Porto Alegre o 3º Encontro de Noivos. Não, você não leu errado, é para os noivos mesmo, mas muito semelhante ao feito para as meninas.

Além de experimentar espumante e ver trajes para o grande dia, os amados participam de sorteios e podem conversar com fornecedores. E o bom de tudo: ainda podem levar a noiva. Na época em que eu casei, não tinha isso, e nunca fui a nenhum, mas fiquei pensando se isso não torna os rapazes ainda mais participativos.

A loja já tem uma iniciativa bem bacana que é o dia do noivo. Então fica a dica para quem está pela capital dos sapos, digo, gaúchos.

Maiores informações no e-mail contato@casacoquetel.com.br

segunda-feira, 26 de agosto de 2013

O dia em que passei a detestar brócolis





Se existe uma coisa que dói no coração de qualquer mãe de recém-nascido é a malvada da cólica. Alice começou a ter com frequência logo nas primeiras semanas de vida. Toda noite ela se contorcia e chorava. Começamos as pesquisas. A dinda Fabi deu um bichinho de ervas que se esquenta no micro-ondas e coloca na barriguinha. Comecei a dar banho de ofurô, fazer exercícios com as perninhas, dar Tylenol Bebê e Luftal. Tudo isso aliviava e impedia de entrar madrugada adentro. 

Mas eu não queria aliviar, eu queria que ela parasse de sofrer. Com isso cortei o leite de vaca, brócolis, feijão, qualquer coisa com chocolate preto, enfim, quase tudo que o tio Google listava. E as cólicas, assim como os gases, pararam.

Quando ela completou os 3 meses, resolvi começar a introduzir novamente os alimentos. Comecei pelo leite, nada de cólica e eu ainda passei a ter mais leite para amamentar (viva o meu Molico). Passou uma semana e pouco, como o feijão foi substituído com sucesso pela lentilha, provei um bolo com chocolate e nenhum efeito, o próximo item da lista era o brócolis, comi um dia, dois, três dias e ai ela foi ficando enjoadinha até ficar com dor novamente.

Neste último domingo ela chorava, mesmo quando conseguia dormir. Uma dor no coração de ver essa guriazinha tão pequena sofrendo tanto. Como dizia um personagem da TV: agarrei um ódio por esse tal de brócolis. 

Brócolis agora só depois que eu parar de amamentar. Pois não quero vê-lo nem fantasiado de salada, e muito menos misturado no arroz.

quinta-feira, 22 de agosto de 2013

Casamento regado a vinho



A cada ano surgem mais opções para as noivas, a ponto de dar vontade de casar mil vezes. E hoje já considero a hipótese de realizar renovação de votos com mais frequência só para festejar um pouco mais.

Uma das opções que me agrada muito são os casamentos em vinhedos. No Rio Grande do Sul temos várias opções. Já informo que ninguém me pagou para fazer propaganda, apenas vi as fotos e adorei. Fotos do site http://www.casamentos.com.br

Cave de Pedra
Quando vi esse lugar me lembrei do rapaz que me vendeu as sapatilhas que usei no meu casamento. Ele dizia que queria casar em um castelo, chegar em um cavalo e esperar sua princesa a rigor.




Casa Valduga
Acho lindo casamento de dia e ao ar livre. Nestes casos, o lugar precisa ter aquele algo a mais, pois ele será o principal item de decoração. Por isso adorei a ideia de casamento em parreirais. Felicidade com cheiro de uva.


 
 

Espaço Novalle
Um casamento no campo protegido da chuva. Adoro lugares envidraçados (razão pela qual me apaixonei pelo Épico para realizar o meu casamento). A vantagem aqui é que como é no campo, se aproveita tanto a área interna quanto a externa.




E agora, vocês concordam ou não comigo que dá vontade de casar mil vezes?!

sexta-feira, 16 de agosto de 2013

Amamentação: Um elo entre mãe e filho





O início de agosto foi marcado pela semana mundial de aleitamento materno. Quem é mãe de primeira viagem irá notar que existem muitas propagandas incentivando a amamentação, atrizes em fotos bonitas para motivar. No curso de gestante a frase não desista será ouvida muitas vezes assim como no hospital durante a internação.

O porquê de tudo isso? A resposta é simples: o início não é fácil. Vi uma pessoa na televisão dizendo que não dói. Digo que dói sim. O seio não está acostumado a ser sugado de 2 em 2 horas (quando não mais), e a pele da região é delicada, então os primeiros dias podem ser terríveis sim.

Lembro que após um dia de vacina e exame no hospital, Alice só queria mamar. Chegou a fazer intervalo de somente meia hora. Minha mama direita não aguentou e ficou machucada. Passei o óleo dado pelas enfermeiras do hospital e o creme que havia comprado. Mas cheguei a chorar em casa enquanto o seio cicatrizava. Nesta hora é bom ter alguém do lado. Minha mãe dizia, vai passar. Pois não nego, que bate uma vontade imensa de buscar uma alternativa. Aguentei no osso, e sim, passou. Hoje ela está com 3 meses e amamento de forma tranquila. 

Outra coisa que pega é o sono. No primeiro mês as mamadas na madrugada são quase garantidas (você pode ter sorte de ter um nenê dorminhoco). E a mãe terá que acordar diversas vezes para atender o nenê. Algumas, por preguiça, tocam leite artificial, que pesa o estômago e faz a criança dormir a noite toda. Mas quem disse que ter filho é fácil? Sim, às vezes você pode ter a impressão que nunca mais vai dormir. E sono nos deixa mais irritada. Mas como eu disse lá no início, passa, quando o seu nenê estiver dormindo a noite inteira com o seu leite, você verá que valeu acordar várias vezes na madruga.

Sobre o leite artificial, vale lembrar que não é a mesma coisa que o leite fabricado pela mãe. Que fortalece com anticorpos e tem todas as proteínas que o nenê precisa. Além disso, conforme estudo recente, crianças que não amamentam no peito tem uma chance maior de sofrerem de déficit de atenção. Quer um motivo econômico? O leite da mãe é de graça. Quer um motivo amoroso? É um momento só da mãe e do filho, onde a troca de olhares e carinho, algo que uma mamadeira não pode fornecer. E nem pense em dar leite de vaca, nenê não é bezerro.

Sei que existem mulheres que, por algum problema, não conseguem amamentar. Mas salvos essas exceções, gostaria de dizer as mamães que tudo passa, a dor nos seios se tratados (existem óleos e cremes que aliviam), com o tempo eles criam uma rotina de sono e você não será um zumbi, então, como dizem as enfermeiras, resista e insista, vale a pena, para você e para o seu filho.