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quinta-feira, 5 de março de 2015

Contribuição do Leitor: Lugares fora do comum para passar a lua de mel


A Roberta faz parte de um blog de viagem e entrou em contato com o blog para compartilhar um infográfico sobre lugares fora do comum para passar a lua de mel.

Como adoro viajar, não pude deixar de dividir com vocês os que mais me agradaram (afinal, o casal merece ter mais de uma lua de mel na vida) e de quais eu poderia fugir.

Destinos que eu mais gostei:

Antígua e Barbuda: Mar, sombra e água fresca no Caribe. Embora não ache fora do comum (há tempos o Cancun se tornou logo ali para parte dos casais, principalmente quando optam por cotas de presente de casamento), é sempre uma ótima opção para namorar após a correria do grande dia ou de todos os dias.

Chipre: Quer coisa mais romântica do que ir para um lugar conhecido como a ilha da deusa do amor Afrodite? 

Destino que eu fugiria:

Cruzeiro no Alasca: o mar, o céu e geleiras. Um edredom, sessão da tarde e bolo. 

Passeio do Fim do Mundo - Argentina: Outro destino gelado. Como frio é sinônimo de sono pra mim, só consigo associar estes lugares a muita roupa e a dança do Copérnico.

Ficou curioso? Quer ver o infográfico com os 10 lugares? Visite o Seguro Viagem, além do infográfico as meninas publicam diversos posts sobre o assunto.

quarta-feira, 12 de dezembro de 2012

Viagem: Muito além do sorriso de Monalisa


 
A visão externa do Louvre é surpreendente, fazendo qualquer novato entender o porquê de haver mapas e guias, pois é realmente muito fácil de se perder dentro do museu. Não é a toa que ele é dividido em departamentos como Egito, esculturas e artes gráficas.

 
Da mesma forma é irresistível não tira uma foto na pirâmide, fazendo com que muitos relembrem o filme ou o livro Código da Vinci.

Além de obras de artes famosas, é possível fazer um almoço agradável por um valor bastante honesto e visitar lojas como a da Apple. Entre relógios, cosméticos, eletrônicos e chás, é possível encontrar diversas opções de presente.

 
Entrando no museu, você pode ser levado em um movimento migratório de turistas de diversas partes do mundo. Todos indo em uma única direção: ao sorriso de Monalisa. Na sala onde está o quadro, um tanto pequeno se comparado a outros que estão na mesma sala, é um pouco complicado admirar a obra de Da Vinci, visto que o vidro virá reflexo de milhares de câmeras.

 
Além da dama, é possível admirar esculturas como do Cupido e Psique, uma das histórias mais bonitas e românticas, na minha opinião, os escravos retratados por Michelangelo e quadros retratando Napoleão (para quem visitar o castelo de Versalhes, fica a dica para observar a diferença entre quadros aparentemente iguais).

 
Como ficamos cerca de três horas dentro do Louvre, não posso dizer que o conheço, pois tivemos um contato mínimo. Mesmo fugindo da guia (o que nos fez apelar para as placas de saída e nos sentirmos temporariamente perdidos), o que mais eu adorei foi à parte do Egito e suas múmias, peças e desenhos. Um retorno ao passado sem deixar o presente.

Um passeio para todas as idades, onde o único pré-requisito é querer adquirir conhecimento.

domingo, 18 de novembro de 2012

Paris Iluminada


 
Um passeio que vale a pena se fazer quando se vai pela primeira vez a Paris é passear por seus principais pontos no cair da noite. A cidade, charmosa por natureza, ganha um ar ainda mais chique sob as luzes artificiais.

A torre Eiffel possui o seu show particular, com uma movimentação que parece não ter hora para acabar. Lojas de luxo fechadas dão lugar às casas de espetáculos não indicados para mulheres ciumentas.

Como diz o título de um livro de Ernest Hemingway, Paris é uma festa, e quem a visita deve estar de alma aberta para receber todas as suas cores.

sábado, 3 de novembro de 2012

Notre Dame


 
Colocar os pés nesta igreja pode fazer o turista viajar. É impossível não se lembrar do Corcunda de Notre Dame ao ouvir o seu sino. Ou não pensar em tudo o que as mulheres já batalharam ao ver a imagem da jovem e guerreira Joana D’arc. Ou no meu caso, relembrar da 4º série, quando estudei no colégio Notre Dame de Passo Fundo.

 
Como todas as igrejas da Europa, ela é impressionante. Um pouco escura, mistura fé, literatura, história e consumismo. Sim, consumismo, pois há lojinhas no seu interior.

 
Algumas pessoas se ajoelham e rezam. Outras, apenas caminham pelos seus corredores, observando imagens, fotos e arquitetura. Existem aqueles que fotografam cada milímetro, como se nunca mais fossem retornar ou a mente fosse esquecer assim que saísse porta a fora.

 
Como todas as igrejas, é necessário ter respeito. Não é possível entrar de regada ou short. Em compensação, sua entrada é gratuita.

 
 
 
Um passeio que deve estar na lista de quem vai a Paris pela primeira vez.

segunda-feira, 22 de outubro de 2012

No Palácio de Versalhes


Construído pelo Rei Luís XIV, conhecido como Rei Sol, ele ofusca o olhar do visitante com seu brilho e opulência.


 

Com milhares de turistas, ele exige paciência de quem deseja conhece-lo. É necessário pagar para visitar os jardins, assim como entrar no palácio propriamente dito. Aliás, neste dia vivemos na pele que o hábito de furar fila e grosseria não são adjetivos exclusivos dos brasileiros.
O que é legal: Os jardins. Bem cuidados, exigem um carrinho para percorrer o máximo possível do seu tamanho, senão é necessário ficar apenas na superfície, onde visualizamos seu labirinto e sua extensão.

 
O que impressiona: A sala de espelhos. O espaço, as janelas, o local, são mágicos. É impossível não imaginar uma festa ali.

 

O que sufoca: Os quartos. Muitos quadros, peças e turistas. Chega uma hora que você tem vontade de pular a janela e ir respirar o ar dos jardins.
 

 
O exagero: Por incrível que pareça não são os quadros, nem o dourado, mas as obras de arte que estavam sendo expostas no palácio. Ele já possui um excesso de informação para ter o incremento de mais coisas.

 
Opinião sincera: vale a pena conhecer, mas eu realmente não me animaria a ir novamente na alta temporada. Pelo tumulto, se torna um passeio cansativo (quando não irritante). Imagino que ele até seja proveitoso em um período com menos máquinas fotográficas, mas é um local que não me cativou.

quarta-feira, 3 de outubro de 2012

Dijon – Nosso primeiro contato com a França

 
Durante anos sonhei em conhecer a França. Por alguma razão, acreditava ter um laço invisível com este país. Por isso foi impossível controlar as lágrimas de felicidade quando me vi no meio de Dijon, lendo e ouvindo francês.

 

Essa encantadora cidade tem o mesmo ar que encontramos em Verona, por exemplo, prédios baixos, locais cheios de história, que convidam ao turista caminhar por horas e horas, seguindo o caminho da coruja (e para quem gostar, vale a pena passar a mão na corujinha para voltar).

 
Entre teatros, uma igreja com o nome de Notre Dame e uma versão menor da Galeries Lafayette, você pode ousar comer em algum restaurante típico ou se acovardar em comer o primeiro lanche do Mcdonalds em terras européias. Ou ver uma loja com vestidos de noiva na vitrine (isso quando você não se depara com uma indo para o casamento em plena rua)

 

Talvez comer macarons enquanto caminha pela Rue de La Liberte, ou quem sabe sentar no mesmo banco que Gérard Depardieu ao gravar Cyrano de Bergerac.


 

Uma coisa bem bacana são os mapas distribuídos gratuitamente, o que permite ao turista passar pelos pontos principais da cidade.

 Um lugar em que vale a pena dedicar mais de um dia para passear e admirar.