quinta-feira, 12 de fevereiro de 2015

Escolinha: Prós e contras do primeiro ano


Passamos pelo primeiro ano na escolinha. E por isso resolvi compartilhar o que vi de positivo e negativo nesta escolha, dando uma visão para quem ainda vai entrar neste mundo e quem sabe trocar informações com quem está vivendo o mesmo momento ou já passou por isso.

O que eu gostei na escolinha: 
  • O fato de conviver com outras crianças. Embora muitos especialistas digam que os pequenos não socializam, eu observei uma alteração de comportamento. Ela aprendeu a conviver com crianças da idade dela e gosta disso, hoje ela prefere brincar com outras crianças à com os adultos. 
  • Ela tem aula de música e hoje adora interagir com instrumentos ou brinquedos musicais. 
  • Começou a desenhar utilizando diferentes formas, como lápis de cor, giz de cera e tinta. 
  • Na alimentação experimenta coisas diferentes que muitas vezes rejeita em casa. 
  • No geral toda a equipe é carinhosa com as crianças, tratam pelo nome, ligam quando acontece qualquer fato diferente, como uma febre ou um tombo. 
  • A dona/diretora acompanha de perto as turmas, assim como o restante da equipe. 
  • Existe uma organização, sempre recebemos comunicados com antecedência, assim como o cardápio que chega toda a sexta. 
  • Sobre a alimentação, acho sortida e saudável, sempre tendo frutas no lanche e salada na janta. Determinados alimentos somente com a autorização dos pais, então nunca tive surpresas. 
  • O fato da escola ser pequena, isto é, atender crianças somente nos primeiros anos (é do berçário ao jardim), torna todo mundo conhecido e o ambiente passa maior segurança. 


O que eu não gostei: 
  • As viroses, elas correm solta, nariz escorrendo se torna fato rotineiro, no inverno não tem como evitar uma visita mensal no pediatra. E é ouvido, garganta e antibiótico. 
  • A comunicação via agenda nem sempre é eficaz, nos dois casos em que algo não foi enviado de volta para a casa a primeira reação foi de negativa, somente após insistência foram procurar e encontrar com outros colegas. 
  • Passamos por uma troca de professora no final do ano, que não foi aprovada pela pequena e posteriormente por mim.

Uma lição valiosa que eu tive foi de quanto o gostar ou não influência no humor da Alice. Antes da troca da professora e agora em 2015 na nova turma (agora ela é Pré-Maternal), ela se sente feliz e ansiosa em ir para escola, entra correndo puxando a mochila bem faceira. Na hora de ir embora ela chega cansada, mas tranquila, conversando e cantando, e aceitando nossos sim e não com mais facilidade.

No breve período com a professora substituta ela se agarrava nas minhas pernas e não queria entrar na escola de jeito nenhum, chorava, emburrava. E o mesmo comportamento no retorno para casa. Era um festival de se atira no chão e não para tudo que nos deixava nervosos e preocupados. 

Confesso que pensei em procurar outro lugar, talvez um colégio, mas pesei o bom trabalho das duas primeiras professoras (Alice começou no berçário 1 e perto de completar um ano foi promovida ao berçário 2) e vendo a alegria que ela tem agora, sei que tomei a decisão correta.

Então posso dizer que a escolha foi acertada, e se alguém me pedir sugestão de escolinha, recomendo a da Alice com gosto. E se inicialmente eu matriculei ela a contragosto, hoje vejo como um ótimo complemento, o que ajuda aliviar um pouca da culpa de ser uma mãe que trabalha fora.

quinta-feira, 5 de fevereiro de 2015

Com que roupa eu vou, no casamento na praia que você me convidou

fashiontagconsultoria

Para quem ama praia, ao ouvir a palavra pensa logo em sol, mar e biquíni. Mas quando o convite não é para um mergulho e sim para um casamento, muitas minhocas pipocam na cabeça de convidados e padrinhos no que se refere à roupa.
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Googlando pela rede encontrei algumas sugestões de dress code para nortear os convidados, mas um fato é comum em todos: essa informação deve vir no convite, pois a indicação deve partir dos noivos. Então fica a dica: quando fugir do tradicional, os noivos devem indicar com mais detalhes o dress code e os convidados devem seguir o estabelecido.
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A explicação: não raro muitos dos noivos que realizam a sua união na praia desejam que os convidados estejam com roupas brancas ou claras. Por isso a importância de que eles forneçam essa informação.
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De forma geral e resumida o que encontrei sobre o assunto:

Mulheres
- Prefiram os tecidos leves como musseline (de seda), algodões indianos, wraps de jérsei por exemplo.
- Se não houver definição de cores pelos noivos, estampados estão liberados, capriche nas cores alegres.
- Prefira roupas soltas, no caso dos vestidos, dê preferência aos longos que mostram o pé.
- Vestidos curtos podem ser uma ótima opção, mas não exagere, é um casamento e o vestido deve ter elegância.
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- Bordados com pedras coloridas/turquesas/corais/madrepérolas podem dar um toque a mais para quem gosta de um detalhe diferente na roupa.
- Sandálias baixas, rasteirinhas e até chinelos podem ser calçados, fuja do salto alto, principalmente dos modelos agulhas, eles não combinam com areia.
- Aproveite a leveza da roupa para caprichar nos acessórios. Brincos, colares e pulseiras podem dar aquele toque mais chique. No caso de casamento diurno, um belo chapéu pode fazer toda a diferença.
- Substitua as bolsas prateadas e douradas por coloridas ou de bambu.
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- Xale, lenço ou túnicas de manga longa transparente podem auxiliar a compor o visual caso um vento frio resolva ser convidado.
- O make deve acompanhar a leveza, lembre-se que como vento e a umidade uma maquiagem mais pesada poderá ser desfeita rapidamente.
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- O mesmo vale para os cabelos, opte por penteados leves e que se mantenham independente do clima. Lembre-se que a praia não é a melhor amiga da escova.
- Branco só se aprovado e recomendado pela noiva. Mesmo que a amizade seja com o noivo, não convém contraria-la. 
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Homens
- Terno e gravata apenas se utilizado pelo noivo, neste caso opte por cores mais claras.
- Se o noivo estiver informal, túnicas, camisas esportes e camisetas podem compor o visual. Mas não vale camiseta de time de futebol ou aquelas engraçadinhas compradas como lembrança a beira mar.
- Também pode se optar pelo social sem gravata, com calça, camisa e blazer.

Fontes:
http://www.constancezahn.com/tag/dress-code/
http://chic.uol.com.br/como-usar/noticia/gloria-destrincha-o-dress-code-ideal-para-casamentos-na-praia
http://manugoncalez.com.br/2013/07/12/casamento-na-praia-dress-code-e-outros/
http://www.nordestevip.com/fortaleza/2012/dress-code-casamento-na-praia-por-patricia-porto/

quarta-feira, 21 de janeiro de 2015

Parto: Humanização, SIM. Radicalismo, NÃO.

“Graças a Deus tive a minha antes.” Este foi o meu primeiro pensamento ao ver as novas diretrizes do Governo para impedir que as gestantes optem pela cesárea. Não, não sou uma desinformada. Não, não tinha medo da dor do parto normal. Mas ao pesquisar os dois partos, analisar o histórico familiar, resolvi (sim, por que o meu obstetra não precisou fazer propaganda) que o meu parto seria cesárea.  

Sim, sou totalmente a favor da humanização, em qualquer tipo de parto. Hoje acho uma judiação o que fazem com os pequenos logo após o nascimento. De um lugar quente e escuro, eles são atirados à luz, tocados por mãos diversas, lavados, enxaguados, examinados, vacinados, sem dó nem piedade. Creio que deveria ser criada uma forma mais delicada de cuida-los neste momento, com o mesmo carinho que os tratamos logo que eles acordam.

Também concordo que a mãe deve ter respeitado o tipo de parto desejado, seja ele normal, em casa, no hospital, cirúrgico, na piscina, na banheira... (menos na rua e nos corredores dos hospitais público). Lembro que estava com quase 39 semanas quando descobri que o meu plano de saúde não possuía mais convênio com o hospital que eu desejava. Foram dias de choros e tensão, que duraram até eu tê-la em meus braços. Fricote? Pode ser. Mas só uma grávida para entender como ficam os hormônios de outra. E sei como fica o coração dessas mães ao serem submetidas a uma situação que lhes causa temor.

Agora fico me imaginado se o governo tivesse aplicado essa determinação quando eu estava grávida, determinação essa que os planos de saúde devem estar adorando, pois é a chance perfeita de eles não pagarem pelos partos (sim, por que particular pode). Eu estaria enlouquecida. As radicais iriam me dizer que a minha filha nasceria da forma mais bela e natural. E se ela não nascesse? E se ela passasse do tempo? 

Exagero? Não, pois curiosamente o parto foi no dia certo para a Alice. Ela estava mais do que na hora de vir ao mundo, mas o meu corpo não tinha dilatação nenhuma para proporcionar o seu nascimento. Sabem a história da hora certa no local certo? Pois então. Deus e Santo Antônio proporcionaram isso para ela e para nós, pois não existe felicidade maior do que vê-la crescendo e sapecando pela casa.

Por isso digo não a radicalização e sim a informação, respeito, humanização e direito de escolha.  Mais do que estatística, a mulher deve estar segura em relação ao seu médico e ao tipo de parto de sua preferência, seja ele qual for.

Concordo que é errado forçarem uma mulher que pode e quer parto normal a ter cesárea. Como também é errado impedir quem deseja tê-lo, como o governo está fazendo com a classe média. Falam-se muitos dos contras da cesárea, mas o parto normal também possui os seus, tanto para as mães quanto para os bebês. E ao contrário do que algumas defensoras do parto normal afirmam, nem toda mulher é parideira. E se voltarmos ao tempo da vovó vamos ver o número de mulheres e crianças que morriam durante o trabalho de parto normal. 

Por isso afirmo: não radicalizem um momento tão delicado. Tenha a sua preferência, lute para ela ser respeitada, mas não impeça ou critique os que pensam diferente de seguirem com suas escolhas.

E quanto ao amor, ah o amor, esse não é determinado pela barriga ou pela vagina, e sim pelo coração. Ou vão me dizer que as mães adotivas não são muito mais dignas de serem chamadas assim do que aquelas que abandonam os seus filhos em sacos plásticos na rua?

O que vale de toda essa história é cada pequeno chegar com saúde e a sua mãe estar bem para cuida-lo. O vídeo ficou lindo? Quer distribuir em blogs e redes sociais? Fique a vontade. Mas o evento não é o tipo de parto, mas a chegada de mais uma pessoa que pode ajudar a mudar esse mundo maluco.

domingo, 4 de janeiro de 2015

Retornando as atividades



Eu estava com muita saudade de escrever no blog.
Na correria das últimas semanas foram muitas sapequices e novidades que eu gostaria de ter deixado registrado aqui.
Infelizmente o cansaço venceu, e eu não consegui dar conta de tudo. E para o meu desgosto, o lado pessoal foi totalmente sacrificado.
Em contagem regressiva para as férias, pretendo fazer um planejamento para que isso não se repita em 2015.
Muitas ideias de textos já pipocam na minha mente, e espero retornar ao ritmo de pelo menos um post na semana.
Por enquanto ficam os meus votos de um novo ano maravilhoso, em que os sonhos possam ser colocados em prática.

quarta-feira, 5 de novembro de 2014

Adeus ao cabelo, mas com utilidade




Em maio, uma semana depois da festa de um ano da Alice, tomei uma decisão considerada drástica por alguns: cortei os cabelos. Não foram as pontas, muito menos na altura dos ombros, mas radical, curto, curtinho.

Aproveitei o exemplo da Karen, minha amiga e dinda de casamento, e doei os meus cabelos para o IMAMA, para que eles os transformassem em peruca para as mulheres que lutam contra o câncer de mama.

Para quem anda acompanhando os posts e reportagens sobre doação, pois felizmente elas se tornaram frequentes nos últimos meses, segue algumas dicas:
* Avise a pessoa que irá cortar o seu cabelo, os profissionais já estão antenados para os procedimentos, como o fato de ser necessário amarrar o cabelo com uma borrachinha.
* Seque o cabelo cortado, a umidade pode apodrecer os fios.

Existem vários locais que recebem essas doações, para diferentes faixas etárias. No caso do IMAMA a doação é realizada na Rua Ramiro Barcelos, é uma casa rosa, ao lado do Hospital Moinhos de Vendo.

Eu fiz a doação pessoalmente, aproveitei a consulta mensal da pequena para me despedir dos meus cachos. No local respondi algumas perguntas como nome, endereço, email e se eu possuo caso de câncer na família, fiz uma rápida visita a sala das perucas e 10 minutos depois estava me dirigindo ao consultório do pediatra.

Fica a dica para quem quer mudar de visual, aproveitar para fazer parte desse projeto tão bonito e fundamental para a autoestima de muitas mulheres.

Quer conhecer mais do IMAMA? Clique Aqui para acessar o site e aproveite para doar o seu email.

domingo, 28 de setembro de 2014

Alice no País das Maravilhas


No mês de maio realizamos a festa de 1 ano da nossa pequena. Agora, com as fotos, posso detalhar como foi a organização da mesma.


O tema já estava no nome da nossa pequena, e não fugindo ao lugar comum, escolhemos Alice no País das Maravilhas.


O primeiro item contratado foi a fotografia, como a Gabi Verfe já estava realizando o acompanhamento mensal, optamos em contrata-la pela qualidade das fotos recebidas e pela pequena já estar habituada.


Neste meio tempo visitamos diversos lugares, e posso dizer que fomos muito bem atendidos em todos: Brincalhão da Nilo, Merci, Jardins. Só que antes de engravidar eu havia me apaixonado por um lugar, e existem coisas que não conseguimos fugir, assim acabamos fechando com a Party Room Kids.


Para a decoração, tivemos o apoio de 2 lugares. Da Ki-Festa, indicada pela Party Room, responsável por quase toda a decoração e montagem de todos os itens.


No quesito personalização e identidade visual, tivemos o apoio da Dune. O interesse ocorreu quando vi fotos de uma festa com o mesmo tema. Adorei o pôster com fotos de cada mês e achei muito legal os enfeites de mesa. Sobre o segundo, apenas tinha dúvida quando a sua finalidade após a festa, conversando com as meninas da Dune, substituímos os personagens do livro da Alice pela minha Alice. Assim, cada mesa possuía a foto da pequena em uma de suas fases.







Além disso, as meninas fizeram o convite, que teve dois formatos: o físico era uma garrafa com líquido rosa e o virtual, afinal, em aniversário pode-se convidar por e-mail. As sacolinhas para as lembrancinhas e o livro de mensagens.



Tivemos duas lembranças para as crianças: na sacolinha havia um livro para pintar com giz de cera, feito pela Tábata da Criações Especiais. Encontrei no Elo 7 e super indico, pontual, caprichosa e um precinho muito bom. A outra lembrança foram as bolas que estavam no teto, decorando a festa.

Para dar um charme a mais na mesa dos parabéns, encomendamos doces e cups personalizados. Os doces lindos por fora e gostosos por dentro foram da Lis Fonseca e os maravilhosos e recheados cups da Jú Cupcakes de Gramado.






A Party Room correspondeu a nossas expectativas, ótimo atendimento, gastronomia maravilhosa, e a turma (dos pequenos e grandes) se divertiram nas áreas, incluindo a aniversariante, que brincou para valer nas quatro horas de festa.

Deixo aqui o meu muito obrigada a todos os fornecedores e aos convidados, que tornaram este espaço realmente um País das Maravilhas.

sexta-feira, 19 de setembro de 2014

Casamento no calor? Que tal um sorvete?

Apontado como uma das tendências de 2015, os carrinhos de sorvete estão sendo repaginados, permitindo aos noivos escolherem entre as marcas tradicionais (como Nestle e Kibon) ou contratarem sabores diferenciados, como o de bem casado.

É uma deliciosa opção, tanto para casamentos diurnos, como para o meio da madrugada, principalmente para festas que ocorrem em pleno verão (em “Forno” Alegre, por exemplo, seria quase uma benção).

No site na Nestle (http://www.festacomsorvetes.com.br/) é possível simular , buscar representantes locais e mandar um pré pedido. A KiBon avisa que só oferece para a grande São Paulo (http://www.kibon.com.br/nasuafesta/).

Não tive essa ideia durante a organização da nossa festa de casamento (tivemos sorvete mas servido com o petit gateau no buffet de sobremesas), mas vendo as fotos com eles personalizados, achei uma graça. Além de ser um momento para deixar a festa ainda mais divertida.

Alguns sites para pesquisar mais: