domingo, 6 de abril de 2014

11 meses


Um pequeno risco voando pelo chão. Protetores de tomadas distribuídos pela casa. Cuidado ao fechar as portas dos armários. Risadas antes de aprontar.

Alice voa engatinhando pela casa, caminhar, só se apoiando no sofá. Às vezes tenta se equilibrar, mas se sente mais segura com as nossas mãos.

Entende tudo, mas não fala nada. Eventualmente ensaia algo, mas não segue adiante. É mais fácil usar o hum.

Mimosa mas braba, essa é a minha pequena. Abraça e briga com a mesma facilidade. Nos dando um alerta, teremos que ser firmes enquanto ela aprende a lidar com suas primeiras frustações.

Meu nenê não quer mais colo o tempo todo, mas bate palminha e se atira nos meus braços quando vou busca-la na escolinha.

11 meses de aprendizado. 11 meses de evolução. 11 meses descobrindo que o amor não tem tamanho ou limites.

quarta-feira, 2 de abril de 2014

Falando em escolinha: Adaptação e Conscientização




No meu primeiro post sobre a escolinha acabei fazendo um desabafo e não descrevendo como foi na prática. Como sei que algumas mamães passam por aqui, descrevo agora o processo da Alice neste mundo novo.

Alice iniciou na escolinha no final de janeiro. Foram duas semanas de adaptação. Na primeira semana, vai se aumentando o tempo pouco a pouco, na segunda é integral, mas com a mãe de sobreaviso.

Ela iniciou em uma segunda, chegamos lá às 14hs, um pouco de conversa e ela foi levada por uma das professoras para a sala da turma. Após quase uma hora, fui convidada a ir na sala espiar a pequena. Claro que quando ela me viu, pediu colo. Assim acabamos encerrando antes e indo para casa.

No segundo dia, ela deu uma chorada, me trouxeram ela, a pequena mamou e voltou, completando uma hora e meia.

A partir dai foram 2 horas no terceiro dia, 3 horas no quarto dia e na sexta foram 4 horas. Na segunda semana, ela já entrou no horário normal (13hs) e ficou até 17h30. E na terceira semana ela passou a ficar a carga integral (13hs às 18h45).

Posso dizer que adaptação foi muito tranquila, apenas uma vez ela chorou, então eu fiquei muito tempo lendo e mexendo no celular enquanto esperava. Pois sim, mamães, durante a adaptação tomamos um chá de cadeira, então é bom ter com que se distrair. 

No primeiro mês Alice adorou a escola, chegava batendo palminha e se atirava no colo das meninas que recebem as crianças. A evolução foi gritante, pois ela fica cada vez mais ligada, o que nos deixou tranquilos quanto à decisão, pois era nítido o quando ela gostava da escolinha. 

Mas agora em março houve uma mudança de comportamento. Ela ficou resfriada pela primeira vez, o que gerou idas ao pediatra e na emergência do hospital. Contando com o final de semana, foram cinco dias sem ir à escola. No retorno, ela não queria mais ficar. E agora todo dia é uma briga para a pequena ficar, ela se gruda na roupa da avó e não quer soltar. 

Conforme a diretora, ela já criou consciência que ficará lá sozinha, e claro que ela deseja ficar com a avó ou com a mãe. Quando ela vê os outros bebês e brinquedos, se distrai. Mas eu estaria mentindo se afirmasse que após essas reações eu fico de coração tranquilo. Pulgas saltitam atrás de minhas orelhas e achar cabelo em ovo se torna muito fácil.

Minha conclusão de tudo isso? É que essa história de mulher moderna, de ser profissional e mãe, não é nada fácil. Não nego que me questiono todos os dias se essa vida dupla vale a pena. 

Para quem não é mãe, não condene quem larga tudo para ficar com o filho. Existem crianças que não se adaptam, e quem, em sã consciência, vai querer deixar o seu bem mais precioso sofrendo o dia inteiro? 

sexta-feira, 28 de março de 2014

Inspire-se com Elie Saab

Na Revista Arte Noiva deste mês saíram modelitos da coleção de inverno 2014 que a estilista Elie Saab apresentou na semana da moda de Paris.

Abaixo os que eu mais gostei, inspiração pura para qualquer festa.





A Revista Arte Noiva me foi apresentada durante os preparativos do casório. Ela é gratuita e enviada por e-mail. Além de fotos de festa de casamento, é possível encontrar dicas de viagem, beleza entre outras coisas interessantes. Vale a pena espiar, e se gostar, é só pedir para receber no seu e-mail.

quarta-feira, 26 de março de 2014

Cada um no seu quarto e a bendita babá eletrônica com vídeo



Quando fiquei grávida, tomei uma decisão: quando o nenê viesse pra casa, iria dormir no quarto dele. Como consequência, decidi também que precisava de uma babá eletrônica com vídeo para monitorar.

Mas por que não aderir à cama compartilhada? Ou colocar o berço no quarto? Usei como base três motivos:

  1. Meu sono é pesado e eu me mexo muito (e o nascimento da Alice não mudou isso
  2. Meu quarto ficaria com o espaço ainda mais limitado com um berço
  3. Acredito que quanto mais cedo começa, mais fácil para se adaptar.
Encontrei pessoas fazendo cara feia quando comentava essa decisão, como se você tivesse coração gelado e fosse desnaturada. Mas o fato é que não é o local que a criança dorme que te faz uma boa mãe. Então foi de coração e mente aberto que comecei os preparativos para colocar a minha decisão em prática.

Como preparamos o local?

Como Alice nasceu com o frio bombando, tínhamos um saquinho de Soft para coloca-la dentro, o que a deixava com espaço limitado e aquecido. Usei os protetores de berço (ao contrário das críticas médicas), para tornar o berço ainda mais limitado e aconchegante, visto que ela era muito pequena. 

Como foi o processo?

No primeiro mês ela ainda passava mais na minha cama ou na cama da vovó Zu do que no berço. No segundo mês ela foi ficando mais na própria caminha a partir do terceiro mês ela só saia para mamar e retornava tranquilamente.

Hoje, só quando tem algo incomodando (como o primeiro resfriado que enfrentamos recentemente e os dentes) ela pede para ficar coma gente. Então sim, eventualmente rola uma cama compartilhada, mas ai eu me monitoro para ficar alerta.

A minha grande amiga em todo o processo foi a babá eletrônica com vídeo. Presente dos tios, é uma Motorola que mostra a temperatura do ambiente, permite se comunicar entre os quartos, toca música e tem uma visão noturna excelente. E para quem tem sono pesado, ela permite regular o volume, que no máximo fica bem ampliado, sendo mais eficiente que um despertador.

Ela foi essencial, já que no início do processo ficávamos olhando o vídeo como se fosse um filme na TV (sem ela, ficaríamos de pé ao lado do berço e a chance de ela acordar com a nossa presença e não querer ficar no berço seria bem maior). Hoje ela é usada para monitorar a respiração congestionada, alguma tosse e para ela nos avisar que já está acordada com o seu hã.

Então quando eu vejo a pergunta se é necessário comprar ou não uma babá eletrônica, a primeira coisa que me vem à mente é: onde o seu bebê irá dormir? Para quem quer iniciar a adaptação no bebê no próprio quarto desde cedo ela é sinônimo de tranquilidade e um item muito necessário.

quarta-feira, 19 de março de 2014

O Bolo


Quando eu me casei, optei em não ter bolo. O primeiro motivo foi por que haveria muitas sobremesas, então provavelmente sobraria e teríamos um bolo congelado por meses no freezer. O segundo foi o fato de eu não ser fã de ter a maquete sem apresentar o produto. Então este item foi retirado da lista.

Mas para quem gosta, existem muitas opções. Recentemente me chamou a atenção o bolo escolhido pela atriz Giselle Itie. Pequeno e bonito combinou perfeitamente com o estilo da cerimônia do casal.


Imagem: Bol Fotos

Para quem gosta de estar na moda, tem a opção do bolo naked cake.
Imagem: Uol Mulher

Também é possível personalizar conforme o estilo e gosto do casal.


Imagem: Recém-Casada

Ou se manter no tradicional. 


Imagem: Uol Mulher

A minha única sugestão, para quem opta por maquete, é ter pelo menos um andar verdadeiro. Como muitos noivos ainda fazem a tradicional foto cortando o bolo, com esta opção fica menos superficial e deixa mais parecida com as fotos das nossas avós.

quinta-feira, 6 de março de 2014

10 meses

Todos os dias me pergunto como pode caber tanta sapequice em um corpo tão pequeno? Alice não engatinha pela casa, ela voa. Dá risada e olha pra gente quando vai fazer arte. Chora e faz beicinho quando recebe um não.

Sono pra que? Resiste bravamente durante o dia. Quer ver tudo, mesmo quando os olhos insistem em fechar.

Vive novas experiências, com nove meses deu o seu primeiro mergulho. O papai comemorou como se fosse um gol. A carinha foi um misto de susto com curiosidade. Só não tem coragem para tomar banho na banheira da escola de natação. Assim vivenciou seu primeiro banho de chuveiro, agora rotineiro no final da manhã de sábado.

Na série das primeiras vezes, os primeiros tombos e batidas. Parece que os pais levam um tempo para ver que o seu nenê mimoso virou primo do Ligeirinho, e num piscar de olhos lá estão eles com as pernas pra cima e a cabeça estatelada no chão. Ou a testa indo de encontro aquele objeto que tanto se disse não.

Na boca seis dentes já preenchem os espaços vazios, mudando o seu sorriso, cada dia mais lindo.

O feriado de carnaval mostrou o quanto ela gosta da escolinha, pois na quarta de cinzas foi toda faceira reencontrar os amiguinhos. Não levamos a pequena a nenhum baile, portanto os seus primeiros pulos e fantasias ficaram para o próximo ano.


A mãe corre com os preparativos da festa de um ano. Sim, agora falta pouco. Tudo se quer, mas os fornecedores são tão caros quando os de casamento. Pesquisa e ideias se embaralham com a falta de tempo. Mas fica o esforço para ser tudo muito bonitinho, afinal, a festa de um ano é a comemoração da sobrevivência dos pais e da criança :P.

quarta-feira, 5 de março de 2014

Casando em terras estrangeiras

Muitos casais tem o desejo de realizarem a sua união em um local que seja marcante para os dois. E quando este cantinho especial fica a milhas e milhas da terra natal?

Foi para este público que surgiu o termo Destination Wedding. Com opções que vão de castelos, elefantes ao Mickey, o casamento se torna uma viagem em grupo. Embora digam que o valor pode ser mais em conta, esse barato irá depender do número de convidados. Como o euro e o dólar estão altos, a conta pode ser bem salgadinha sim. Principalmente se a data escolhida for na alta temporada.


Para quem está inspirado, já existem agências no Brasil especializadas em organizar casamentos, o que pode ser uma dor de cabeça a menos, já que elas providenciam voos, estadias e listam locais e valores. Aos que optarem por esta modalidade, já peçam dicas de salões e profissionais para os noivos e convidados se arrumarem.

O que tem de legal nesta opção:
  1. A comemoração dura dias;
  2. Os noivos se livram dos chatos de plantão;
  3. É possível realizar a cerimônia em locais como a Toscana, Riviera Maia e Polinésia Francesa;
  4. O casamento já se une com a Lua-de-mel.

Cuidados:
  1. É necessário conhecer as regras dos locais. Em Las Vegas os noivos precisam comprar a licença antecipadamente. Já nas Ilhas Maurício apenas um culto simbólico é possível;
  2. É possível validar um casamento realizado fora no Brasil, mas é necessário observar as regras. Portanto não deixe de consultar o PortalConsular;
  3. Dependendo do lugar é necessário visto, com isso os convidados precisam ser avisados com muita antecedência, tornando o save the date obrigatório;
  4. É necessário alinhar o período de férias.

O que pode ter de chato
  1. Os noivos podem acabar passando toda a lua-de-mel na companhia dos familiares;
  2. Transtornos como a perda de uma mala com o vestido de noiva podem se tornar o fim do mundo;
  3. A menos que os noivos paguem a viagem dos convidados, existe o risco de alguma pessoa querida deixar de ir à cerimônia. Assim como um convite para ser madrinha/padrinho ser rejeitado;
  4. A festa possui um número de convidados restrito, então se um dos noivos sonha com uma mega festa, é melhor sentarem e conversarem.

Fontes e Imagens: