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Eu acredito piamente que uma das primeiras grandes
responsabilidades dos pais é a escolha do nome, pois é algo que este novo ser
irá carregar para o resto da vida.
Logo que descobrimos a gravidez, eu iniciei a pesquisa por
nomes. No site da baby Center tem uma lista com vários e eu acabei fazendo uma
pequena lista.
Para menina eu havia selecionado Alice, Camila, Manoela,
Nicole, Pietra, Rebeca e Valentina. No caso de ser menino, a lista era composta
por Benjamin, Enrico, Leonardo, Matheus, Miguel, Murilo e Samuel. O papai não opinou muito em um primeiro momento, pois ele achava que precisava ver o rosto do bebê primeiro (viva as ecos 3/4 D).
Qual foi o critério da lista? Bom, eu optei pelos seguintes
itens para eliminar possíveis candidatos:
·
Escrita muito difícil, daqueles que a pessoa
precisa sempre soletrar;
·
Nomes que gerariam bullyng;
·
Nomes compostos (pois já teria dois sobrenomes);
·
Que não combinassem com os sobrenomes, ou
gerassem alguma cacofonia.
Sendo assim, após descobrirmos o sexo, foi definido que o
nome da nossa menina seria Alice. Na época eu ainda não sabia que estava tão
popular, pois a razão de ele ter entrado na lista foi o fato de minha mãe ter
lido na minha infância o livro “Alice através do espelho” (um dos primeiros
desta rata de biblioteca, diga-se de passagem).
Não pedimos opinião de outras pessoas, pois sempre vai ter
quem goste e quem desgoste, e querendo ou não, quem mais vai pronunciar o nome
são os pais, então nada mais de direito que eles escolham o que mais lhe agrade.
O fundamental, neste caso, é não nomear o seu filho com algo que lhe cause
vergonha. O registro de alguém não é para criar algo original ou único, nomes
como Madeinusa, Anja, Copiadora são engraçados para quem está de fora, não para
quem os recebe.
A propósito, a primeira certidão de nascimento é gratuita.
Você só irá pagar se desejar ter cópias da mesma.
