quinta-feira, 29 de março de 2012

Momento de tensão: A Maquiagem

Unhas feitas, cabelo pré-pronto, massagem e... a lente de contato resolveu brigar com a maquiagem. Meu olho esquerdo começou a chorar (e não era de emoção), e por um momento achei que ia ter que entrar cegueta ou de óculos na igreja. Mas a calma da Sandra foi essencial, e depois de um tempo, lá voltei eu para ficar com carinha de noiva.

Na última hora cedi aos tufos que aumentam os cílios, a maquiagem ficou bonita e delicada, pois os traços do meu rosto não permitem nada muito ousado (fico parecendo criança brincando de ser adulta).

Como sou muito clara, e não quis fazer nenhum tipo de bronzeamento, houve o cuidado de não deixar o rosto uma máscara, estando de acordo com pescoço e colo.

A minha parte favorita foi os olhos, e neste ponto valeu muito o sacrifício em usar a lente. E ai vai uma dica pessoal de quem só usava óculos: comece a colocar um ano antes, pois no início eu precisava usar muitas vezes a lágrima artificial.

A sombrancelha eu havia feito dois dias antes, na Pequenos Detalhes, para não ter nenhum vermelhidão ou irritação na pele.

Para interessadas, a Sandra é maquiadora no Mirage Três Figueiras.

terça-feira, 20 de março de 2012

4 Meses e 1 dia

Devido ao gripão que eu me encontrava no dia de ontem, o post sai um pouquinho atrasado. Mas sim, já completamos quatro meses (e um dia) juntos.

Nosso grande desafio no momento é a montagem do apartamento. Dias atrás li que um dos grandes desafios em um casamento é o casal suportar uma obra ou montagem de uma casa. Hoje atesto que isso é verdade.

A falta de consideração dos fornecedores com coisas básicas (como pontualidade, executar o serviço correto, fornecer um bom atendimento) tiram o bom humor de qualquer um, até mesmo do Marco, conhecido por sua enorme paciência.

Mas é um obstáculo que está próximo do fim (assim oremos). E espero realmente que no nosso 5 mês eu diga para vocês que estamos na nossa casa.

segunda-feira, 12 de março de 2012

O Cabelo da Noiva

Para ter o cabelo ajustado para o grande dia, comecei a prepara-lo uma semana antes. No sábado anterior, fiz a escova orgânica e retoquei as mechas, mas para que no dia não ficasse tão marcado.

Como o penteado escolhido era um preso solto (não queria o cabelo todo repuxado, pois inevitavelmente sinto dor de cabeça), o processo começou com a escova lisa, a seguir, com o uso da chapinha, foi enrolado nas pontas.

Agora ele estava pronto para ser preso. O César primeiro o prendeu com os grampos e depois colocou as presilhas na parte mais alta. Deixando alguns fios soltos na frente, para quebrar a seriedade.

Eu adorei, pois além de bonito e confortável, ele resistiu bem aos pulos da noiva durante a festa.

sexta-feira, 24 de fevereiro de 2012

O detalhe no cabelo

Decidir o que usar no cabelo não foi fácil. Eu queria algo delicado, mas com um toque de sofisticação. Era necessário que tivesse algum brilho, discreto, sem exageros. De tamanho médio, que aparecesse de forma sutil, como um complemento do conjunto.

A moda era usar flores. Já vi em muitas noivas e acho bonito, mas não para o meu grande dia. Quando experimentei um modelo, achei que faltava algo, e já havia usado no Mega Trash, e como eu queria um visual completamente diferente daquele dia, acabei eliminado as flores maiores sem dó nem piedade. Mas quando encontrei as minhas presilhas, no inicio de outubro, elas tinham flores, mas de uma forma diferente.

Quem o mostrou foi à Carol da Virginia Manssan. Cheguei a levar mais dois modelos, mas na prova do penteado o César já havia me dito que aquele ficaria perfeito, e os outros não tinham nem graça perto dele.

Na igreja eles ficaram escondidos pelo véu propositalmente, mas na festa eles reinaram em tempo integral. Eu adorei, pois eles tinham tudo o que eu procurava, e acho que isso que é importante para uma noiva, encontrar aquilo que é o estilo dela.

segunda-feira, 20 de fevereiro de 2012

3 meses


Neste dia extremamente quente em Porto Alegre, onde o desejo de deitar em uma banheira cheia de gelo passa pela mente diversas vezes ao dia, completamos nossos 3 meses de casados.

O desafio deste período está sendo a montagem do apartamento. Descobrir coisas feitas erradas pela construtora, entregas que não são realizadas no horário combinado (e às vezes nem no dia), um marca e desmarca que quase te deixam louco. Definitivamente, organizar um apartamento do zero é muito mais difícil do que organizar uma festa de casamento.

Temos a sorte da mãe nos ajudar, e estando em férias, ficar de plantão para receber o pessoal e o material. Mas o nosso desejo neste dia especial é que o próximo mês seja fechado em nosso lar com tudo arrumadinho.

domingo, 12 de fevereiro de 2012

Meus sapatos

O sapato da noiva pode refletir a personalidade de sua dona ou assumir delicadamente o posto de complemento do vestido.


No meu caso, o vestido já possuía muitos itens para transforma-lo em peça principal, com isso, desisti do sapato azul e acabei optando por um delicado meia pata branco, com cristais na parte inferior e no salto.

Se no início eu estava decepcionada, e continuava espiando com o canto de olho as vitrines, no momento em que experimentei o conjunto completo, vi que a escolha havia sido correta. Delicado e chique, ele aparecia sem competir com o vestido, e sim o completando.


Mas como eu conheço os meus pés, achei que não iria agüentar a noite inteira com ele. Então para a pista de dança eu comprei uma sapatilha dourada e muito confortável, que além de me fazer aproveitar a festa, ainda virou uma peça do meu dia-a-dia.


Um erro que eu cometi foi colocar proteção de gel tanto perto dos dedos como no calcanhar. No lugar de tornar o sapato confortável, o deixou mais apertado. Tempos depois, aproveitando a moda do sapato branco, o usei em outra festa com um vestido longo, utilizando apenas a proteção para os dedinhos, e já consegui ficar toda a festa com ele, pois descobri que é um calçado bem confortável.

O sapato oficial da marca Werner eu comprei na Loja Dondóka no shopping Total. E a minha adorável sapatilha na Empórionaka no shopping Iguatemi. Ambas na cidade de Porto Alegre.

quinta-feira, 2 de fevereiro de 2012

Meu topo de bolo

Eu optei em não ter maquete de bolo. Tomei essa decisão por que acredito que se tem a maquete, alguém sempre vai esperar o bolo. Como amo doce, sei que eu mesma ia ficar com este desejo. Só que já havia muita sobremesa, e isso seria um exagero, além de um gasto a mais para quem já havia explodido com o orçamento.

Mesmo assim quis um topo de bolo, que eu chamava de noivinhos. Olhei vários fornecedores pela internet, me apaixonei por alguns, me assustei com o preço de outros, mas acabei seguindo a indicação de outras noivinhas e fechei com o Biscuit da Preta, cujo o custo-benefício não encontrei igual.

Com a possibilidade de personalizar, já que ele irá para a nossa estante, incluímos para o noivo engenheiro o seu capacete e para a noiva rata de biblioteca um livro no lugar do buquê.

O legal é que toda a descrição foi feita via e-mail, e foi uma agradável surpresa ver que além de muito bonitinhos, a roupa e os cabelos não fugiam da nossa figura original. Eles estão bem guardados, esperando a entrega da nossa casa, para ocuparem o seu devido lugar e serem parte da doce lembrança que foi à noite do nosso casamento.

Se você gostou, pode espiar mais modelos no site www.biscuit-da-preta.eev.com.br.