quarta-feira, 1 de agosto de 2012

Padova

Se eu fosse escolher uma igreja para casar hoje, e tivesse dinheiro para levar todos os convidados para qualquer lugar do mundo, eu iria escolher a Igreja de Santo Antonio de Pádua.

Clara, bonita e delicada, ela tem um ar de seja bem-vindo, uma energia capaz de fazer até o menos praticante dos católicos se emocionar.

Quando chegamos, iniciou uma missa, e durante a nossa caminhada, fomos abençoados por um dos padres que atendem quem por ali caminha. Também é possível ver os restos mortais de Santo Antônio e escrever os nossos desejos ou agradecimentos.
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Infelizmente é proibido tirar fotos dentro da igreja. Pedido que atendi. Por isso, deixo as fotos nos jardins.

De bônus, vimos a feira que estava pronta para receber os visitantes, pois sim, visitamos a casa deste santo querido um dia antes do seu dia.

E após toda essa paz espiritual, coração leve e aberto, partimos para a belíssima Veneza. Mas isso é assunto para outro post.

terça-feira, 31 de julho de 2012

Segure a Torre



 Em Pisa todos os turistas vão em uma única direção: para área onde a torre torta, que leva o mesmo nome da cidade, se encontra. 

Ver pessoas de todos os países procurando o melhor lugar para impedir que a torre caia faz parte da brincadeira. Vale subir em pequenos troncos de concreto, abusar da tecnologia das máquinas ou usar um fotógrafo profissional.

Para os que gostam de lembrancinhas, é possível comprar pinóquios, camisetas, pratos, chaveiros, canetas e o que mais se imaginar.

No caminho, irá se encontrar senegaleses vendendo falsas bolsas de marca, relógio de ouro dos bobos e óculos.

Não pudemos andar por outras áreas de Pizza, mas nas poucas horas que ficamos, foi possível sentir o ar alegre e divertido desta cidade italiana.

segunda-feira, 23 de julho de 2012

O Carro dos Noivos

Considerado frescura por alguns, no meu caso, a locação de um carro para o dia do casamento foi pura necessidade. Primeiro, por não ter quem me levasse. Segundo, por que não é qualquer carro que tem espaço para acomodar um vestido de noiva.
Quem escolheu o carro foi o noivo, e fechamos negócio com a Tilbury. No dia do casamento, pontualmente às 20hs, a Gislaine, nossa motorista, estava na frente da estética me esperando. Muito tranquila, ela me perguntou se eu queria chegar um pouco atrasada ou se queria ser pontual. Como não gosto de esperar, optei por ser pontual.
Chegamos na igreja a tempo de ver o noivo e padrinhos esperando e os convidados ainda entrando. As meninas adoraram ver uma mulher na direção. Conforme a minha madrinha Karen, eu sou uma legítima Girl Power.
O carro escolhido foi uma Mercedes. O carro é espaçoso, e com isso consegui acomodar vestido e véu, o que não é fácil, e na ida para a festa, ainda sobrou lugar para o noivo.
A Gislaine ainda me perguntou o que eu preferia no carro: balões ou latinhas. Escolhi os balões, por achar mais bonito visualmente e menos barulhento. Assim, quando saímos da igreja, o carro tinha grudado no porta-mala corações vermelhos.






sexta-feira, 20 de julho de 2012

Entre flores, intelectuais e joias

Caminhar pelas ruas de Florença é se deparar com a porta do paraíso e uma Catedral enorme, aonde só do alto é possível tirar uma foto inteira da mesma. É a terra de Dante e de Michelangelo, único lugar onde é possível ver o David original e a cópia.
Governada pela família Médici, ao seguir os prédios que esconderam os seus corredores secretos, nos deparamos com uma ponte e joalherias. Com vista para o rio, o brilho do ouro parece nos remeter aos que já tiveram muito poder.
Misturando o passado (Firenze é o berço do renascentismo italiano) e o presente, em uma tarde nos deparamos com obras de arte em plena praça pública, vizinhas de lojas como Chanel e Dior. Estátuas nuas e manequins vestidos com roupa de alta costura.

Para garantir o retorno, não deixamos de passar a mão no javali de bronze que fica na Fontana del Porcellino. Um lugar de comercio popular, onde se vê todo o tipo de bugiganga.

Foi lá que também nos deparamos com o romantismo sem idade, quando em um café uma senhora lascou um beijo no velho Nicola e ambos ficaram sorridentes. Uma cena que representa bem o que se sente na Itália, um local para deixar as emoções virem à tona, uma terra para amar e ser amada.






quinta-feira, 19 de julho de 2012

8 meses

Para quem visita o nosso blog, deve ter notado que não houve o post dos sete meses. Mas a razão é mais do que justificada: estávamos em lua de mel.
Quando nos casamos, estávamos presos à construtora e a empresa contratada para encaminhar os papéis do financiamento do nosso imóvel, com isso, não tínhamos como viajar. Para tirar a desforra, fizemos a viagem dos nossos sonhos, que agora vocês acompanham nos post que vou colocando durante a semana.
As duas semanas que ficamos na Europa foram simplesmente maravilhosas. Para quem tem aquela coceirinha para ir, super-recomendo. É um encontro com a história. Alguns lugares são puro romantismo. No último final de semana assistimos O Turista, e ao vermos Veneza sentimos um misto de saudade e prazer, por já ter andado pelos mesmos locais que os personagens.
Retornando para cá, ainda estamos na fase de montagem do apartamento. Com uma ação na justiça contra os Móveis Friedmann, que não nos entregou o sofá comprado no mês de março (sim, ainda não temos sofá na sala).
De tempos em tempos descobrimos que necessitamos de alguma coisa (como um ralador para salada), mas aos poucos as coisas vão entrando nos eixos. São pequenas e grandes adaptações de duas rotinas que precisam ser uma só.
Sei que estamos devendo janta, café e conversa para várias pessoas, mas agora isso depende da justiça gaúcha em fazer com que a loja devolva o nosso dinheiro e vocês tenham onde sentar. Espero que no próximo mês, isto esteja resolvido.

terça-feira, 17 de julho de 2012

Sob o sol de Toscana

No deslocamento que fizemos pelas estradas italianas, passamos pela região mais interiorana da Toscana. Mesmo não descendo, ao olhar as casas, me veio imediatamente na memória o filme que dá título a este post.

 Sentir um desejo de caminhar pelas pequenas estradinhas é quase irresistível. Assim como a vontade de voltar lá e conhecer melhor este lugar de ar romântico e delicado.


Por enquanto ficam as fotos tiradas de dentro do ônibus.

sábado, 14 de julho de 2012

O tamanho do véu



Antes de encontrar o vestido, eu havia resolvido que iria usar um véu curto. Pensava que era algo até mesmo desnecessário, e nem os argumentos de que este tipo de véu combina mais com casamentos diurnos me faziam mudar de ideia, muito pelo contrário, em fóruns, era uma fiel defensora do modelo escolhido.

Mas conforme experimentava os vestidos, descobri que são eles quem escolhem o acompanhamento que melhor se ajusta ao seu volume, brilho e movimento. No caso do vestido utilizado no grande dia, o véu possuía o tamanho de três metros.
 

Hoje, olhando as fotos, vejo que realmente não poderia ser diferente. O meu véu tinha o tamanho e o brilho certo para a cerimônia religiosa e para as fotos pré-festa. Dando um toque suave e elegante ao conjunto.